Brasil, o país do vôlei
Bem, amigos blogueiros, não se assustem. É claro que somos e seremos para sempre o país do futebol, mas não é só com a bola nos pés que o brasileiro mostra talento. E como aqui é um espaço para o Pan-Americano, chegou a hora de falar sobre vôlei. Sacando, cortando, levantando, defendendo ou bloqueando, as seleções masculina e feminina elevaram o Brasil ao posto de melhor do mundo nessa modalidade.
Depois de vibrarmos com a seleção feminina de basquete disputando um Mundial em casa, vamos falar um pouco sobre o esporte coletivo que mais títulos trouxe para o país nos últimos anos. As ‘folhas corridas’ dos times de Bernardinho e Zé Roberto são extensas, o que os colocam com grandes chances de conquistar dois ouros para o Brasil, em casa, no Pan de 2007.

Ouro, por sinal, que escapou da seleção masculina em 2003, na República Dominicana. Aquela derrota inesperada para a Venezuela na semifinal mexeu com os brios de Bernardinho e sua equipe, tanto que, de lá para cá, chegaram a todas as nove finais de campeonatos que disputaram e só perderam uma.
Teve título de Copa do Mundo, Liga Mundial, Olimpíada e este ano ainda tem o Mundial pela frente, que a seleção masculina já conquistou em 2002. Em suma, só falta o ouro pan-americano para o genial Bernardinho colocar no peito. Quer dizer, só falta com a seleção masculina, porque com a feminina ele já conquistou em 99.

Seleção feminina que é comandada pelo não menos competente Zé Roberto Guimarães, que também passou por um duro golpe, talvez maior do que o da seleção masculina. Aquela derrota na semifinal da Olimpíada de Atenas foi ruim de digerir. 24 a 19 a nosso favor, mas a vitória e a vaga na final escaparam entre os dedos das meninas. Foi tão dura a derrota, que o técnico Zé Roberto quis sair.
Para sorte da Seleção, Zé está aí, firme e forte, e para azar das adversárias, ganhando tudo depois da Olimpíada: Sul-americano, Copa dos Campeões, Grand Prix e muito mais. E, assim como o time masculino, as meninas têm o Mundial no fim do ano.
Boa sorte para as duas seleções em seus Mundiais, ambos no Japão, e que cheguem em ponto de bala no Pan do Brasil. Em tempo: olhem que nem falei das duplas de vôlei de praia, favoritas ao ouro também. Isso será assunto para um próximo post. Até lá.




