Do pólo ao handebol
Bem, amigos blogueiros, vocês que navegam nesta minha página e que querem saber mais sobre esportes pan-americanos, primeiro queria parabenizar as nossas seleções de pólo aquático masculina e feminina. Deram um show na Copa Sul-Americana.
As meninas levaram nada menos do que a medalha de ouro, na final contra Cuba, por 11 a 9, e, ainda por cima, a atacante Andréia Henriques foi a artilheira do torneio com 15 gols e eleita a melhor jogadora. Tess Oliveira foi escolhida melhor goleira pelos técnicos. Os rapazes também não deixaram por menos: medalha de bronze na disputa com a Colômbia, por 12 a 8, depois de serem derrotados pelo Canadá (que ficou com a medalha de prata). Ouro para os Estados Unidos. Se continuarmos assim, as expectativas para o Pan são otimistas.
E, aproveitando o gancho do pólo, o nosso assunto vai da água para o semelhante em quadra: handebol. O que as meninas do “hand” andam fazendo, não? Dois títulos somente nos últimos três torneios disputados. O primeiro veio no começo de novembro, com a conquista do Torneio das Nações, na Holanda (e sobre a Holanda). Fez uma campanha invicta, passando por Portugal, República Tcheca, Áustria e Islândia e, depois, uma final eletrizante, com o placar de 32 a 22 sobre as anfitriãs. A goleira Chana foi eleita a melhor da competição.Depois fizeram uma passagem pelo torneio World Cup, na Dinamarca, a grande potência feminina desse esporte coletivo nos últimos anos. O Brasil não teve o mesmo desempenho, perdendo três partidas e voltando mais cedo para a casa. Essa disputa foi uma espécie de Mundialito, por reunir grandes seleções da modalidade.
Mas, recentemente, dia 26 de novembro (uma semana atrás), voltaram a brilhar na Copa Turchin, na Ucrânia. Jogaram com Romênia, Áustria e com as donas-da-casa, perdendo o primeiro jogo apenas por um gol (25 a 26), mas vencendo os demais com bons placares: 32 a 23 contra as austríacas e 29 a 21 sobre a Ucrânia.
Todas essas competições são preparatórias para o Pan-Americano e também para o Mundial de França de 2007, para só depois pensar nas Olimpíadas da China. E, falando em Jogos Olímpicos, em Atenas (2004) o Brasil foi representado pela primeira vez numa mesma edição pelas seleções masculina e feminina e conseguiu as melhores marcas na modalidade: décimo para os homens e sétimo para as mulheres. (Na foto, lance do jogo contra a Grécia)
Para o Pan do Rio, as meninas já conhecem as três primeiras adversárias, que serão República Dominicana, Cuba e Porto Rico. Elas parecem estar prontas, pois, nas américas, são favoritas; e, no mundo, são grandes destaques e certamente estarão entre as primeiras potências em pouco tempo.



